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March 21
Acredite nas pessoas... Naquelas que possuem algo mais... Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades... Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes... Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança... Pessoas firmes... Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas... Que com um sorriso, um beijos, um abraço, uma palavra de faz feliz... Aquelas que erram... Acertam... Não tem vergonha de dizer não sei... aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem à diferença... Aquelas que vivem intensamente um grande amor...
"As melhores mulheres,pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas,porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,que não são boas como as do topo,mas são fáceis de se conseguir. Assim as maçãs no topo,pensam que algo está errado com elas,quando na verdade, ELES estão errados. Elas têm que esperar um pouco. Para o homem certo chegar. Aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore." .................... (Machado de Assis)
Sonhei um futuro, um futuro brilhante como o sol; em que te levava a jantar; em que iamos ver filmes esquisitos em cinemas obscuros; em que passeavamos pela praia e onde o por do sol parecia mais bonito que todos os outros, em todas as outras praias, em todos os outros sitios; imaginei-te a sorrir para mim, e imaginei-te a dizer-me palavras ao ouvido, imaginei-te deitado perto de mim, e abraçado (como se o mundo fosse acabar amanhã). imaginei-te de mão dada com a minha mão, imaginei-te feliz. imaginei-te a ir ao fim do mundo. e eu estava lá, perto. imaginei-te e sonhei-te. e perdi-me nas tuas palavras e no teu corpo. e na doçura da tua pessoa, e no arrepio dos meus sentimentos, e na cor dos teus olhos, e na melodia das tuas palavras. O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
Quantas vezes nós pensamos em desistir, deixar de lado o ideal e os sonhos. Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça. Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir. Quantas vezes falamos, sem sermos notados. Quantas vezes lutamos por uma causa perdida. Quantas vezes voltamos para casa com a sensação de derrota. Quantas vezes aquela lágrima teima em cair, justamente na hora que precisamos parecer fortes. Quantas vezes pedimos a Deus um pouco de força, um pouco de luz. E a resposta vem, seja lá como for, um sorriso, um olhar, um bilhete, um gesto de amor. E a gente insiste. Insiste em prosseguir, em acreditar, em transformar, em dividir, em estar, em ser. E Deus insiste em nos abençoar, em nos mostrar o caminho, aquele mais difícil, mais complicado, mais bonito. E a gente insiste em seguir, por ter uma missão, ser feliz.
Ela chorava,ele ria.
ela falava, ele não ouvia.
ela sofria, ele nem ligava.
ele mentia, ela acreditava.
ela o esperava, ele não voltava.
ela sorria para ele, ele ria dela.
ela queria coisa séria, ele só queria se divertir.
ela acreditava em tudo que ele dizia, ele dizia o mesmo pra todas as meninas.
ela queria pra sempre, ele só por um momento.
ela se entregava, ele evitava.
ela falava EU TE AMO, ele apenas sorria.
ela procurava o príncipe, ele procurava a próxima.
ela o queria, ele queria mais uma.
ela ficava por contéudo e sentimento, ele ficava por quantidade...
Ele descobriu queELA* era ÚNICA!!!
Ela descobriu que ELE* era apenas MAIS UM!.
"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade. Você vai pro colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando....E termina tudo com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?"
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